E o secretário George Antunes foi firme em suas convicções.

E não estava errado quando disse que a flexibilização contida nos decretos estadual e municipais ainda é um risco à população.

Claro que a retomada das atividades econômicas é essencial, mas não no momento em que não há um leito vago em um hospital.

Para o secretário George Antunes, se o que está ocorrendo no Rio Grande do Norte não for contido, daqui a pouco vai ter gente morrendo nas calçadas dos hospitais.

O secretário afirmou que o pico da pandemia será pelo meio do mês de junho.

Sobre as especulações de uma possível demissão ou pedido, após dar a entrevista apresentando suas convicções, contra a flexibilização, Antunes foi conversar com Álvaro, que tem uma posição menos radical em relação à flexibilização, mesmo sabendo que não é bem o momento, vez que os números apontam para o pico da contaminação na capital.

Ele permanece secretário.