As propostas legislativas de adiamento das eleições municipais de 2020 para 2022, devido à pandemia do novo coronavírus, têm ganhado força entre senadores.

O líder do PSL, senador Major Olimpio (SP), defende a unificação dos pleitos federais, estaduais e municipais, evitando-se, assim, os gastos com as campanhas eleitorais deste ano.

A economia esperada, segundo Major Olimpio, seria de até R$ 1,5 bilhão, além dos recursos do fundo eleitoral, que não seriam utilizados.

Elmano Férrer (Podemos-PI) e Wellington Fagundes (PL-MT) também propõem o adiamento. Mais informações com o repórter Pedro Pincer, da Rádio Senado.

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deve decidir até junho se vai ou não vai adiar as eleições municipais deste ano. A afirmação é do ministro Luiz Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), que assumirá em maio o cargo de presidente do TSE.

Estamos monitorando a evolução da doença. Não gostaria de adiar as eleições”, afirmou. “Não é preciso decidir isso neste momento, mas acho que não podemos fechar os olhos a este risco. Imaginaria junho como sendo o momento em que temos de ter uma definição[…] ”, agregou Barroso.

Agência Brasil