Internacional

Sistema opressor de Maduro prende 77 crianças na Venezuela

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Em comunicado divulgado nesta terça-feira, 29, o porta-voz da ONU para Direitos Humanos, Rupert Colville, informou que a repressão do governo de Nicolás Maduro aos protestos da oposição atingiu crianças de até 12 anos, com 77 menores detidos nos últimos dias.

Mais de 850 pessoas foram colocadas em prisões pelo país no que seria o maior número de detenções em 20 anos na Venezuela. A organização também informou que o número de mortos nas manifestações chega a 40.

Dessas vítimas, 26 delas foram alvos das forças de segurança do governo. A maioria das mortes ocorreu entre os dias 22 e 25 de janeiro. Cinco delas foram registradas depois de operações do regime em bairros da periferia de Caracas.

Recorde

Apenas em um dia, 696 pessoas foram detidas por se manifestarem contra o líder chavista. A entidade avalia suspeitas de que parte desses prisioneiros tenham sido alvo de violações de direitos humanos.

No ano passado, o governo Maduro fez o convite para que a ex-presidente chilena fosse até o país. Agora, é a vez do presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, pedir a presença da representante da ONU no país. Sua ida, porém, ainda não está acertada, já que seu escritório quer garantias de que ela tenha acesso livre à sociedade civil e ONGs locais.

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RESP SOCIAL

Maduro aceita dialogar com oposição para acordo de paz

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Um dia após autoproclamação do líder oposicionista Juan Guaidó como novo chefe de governo, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou nesta quinta-feira, 24, concordar com a iniciativa de uma nova rodada de diálogos com a oposição, para pôr fim à grave crise política, econômica e social do país, como propuseram o México e o Uruguai.

“O governo do México e o governo do Uruguai propuseram que seja criada uma iniciativa internacional para promover um diálogo entre as partes na Venezuela para buscar uma negociação, para buscar um acordo de paz nacional. Digo publicamente que estou de acordo”, afirmou Maduro em discurso no Supremo Tribunal, onde recebeu o apoio dos juízes da Corte.

Em comunicado, os dois países pediram aos venezuelanos na quarta-feira para que encontrem “uma solução pacífica e democrática” diante do agravamento da crise política.

“De forma conjunta, os governos de Uruguai e México fazem um apelo a todas as partes envolvidas, tanto dentro do país como no exterior, para que reduzam as tensões e evitem uma escalada de violência que possa agravar a situação”, diz o comunicado, divulgado pela Chancelaria uruguaia.

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RESP SOCIAL

‘Se Flávio errou, ele terá de pagar e eu lamento como pai’, diz Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro diz que lamentará, como pai, se as suspeitas sobre o filho Flávio Bolsonaro forem confirmadas. Ele disse que, caso isso aconteça, o senador eleito pelo PSL-RJ deve ser punido e chamou as acusações de “ações inaceitáveis”. “Se por acaso Flávio errou e isso ficar provado, eu lamento como pai. Se Flávio errou, ele terá de pagar preço por essas ações que não podemos aceitar”, disse o presidente à Bloomberg em Davos, na Suíça, durante o Fórum Econômico Mundial.

Na entrevista em Davos, Jair Bolsonaro também falou sobre a proposta da Previdência que o governo vai enviar ao Congresso. Segundo ele, o projeto trará cortes “substanciais” nos gastos. Ele se comprometeu ainda em propor uma idade mínima.

Bolsonaro disse também que os planos para vender um “grande número de empresas estatais” estão quase prontos.

“Há uma consciência no Brasil de que as reformas são vitais“, disse ele. “O Brasil tem de dar certo. Se não, a esquerda vai voltar e não saberemos o destino do Brasil, talvez se torne mais parecido com o regime que temos na Venezuela.”

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Bolsonaro em Davos apresenta os novos rumos do Brasil para o mundo dos negócios

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“Vitrine para exibir o governo de Jair Bolsonaro (PSL) ao mundo, o Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), começou na terça-feira, 22, com o presidente fazendo o discurso na abertura oficial do evento.

Em cerca de 15 minutos, Bolsonaro passou diretrizes gerais do que os estrangeiros podem esperar de seu governo. Mas ele não foi o único integrante da comitiva brasileira a estar sob os holofotes.

A agenda dos ministros que o acompanharam na viagem também foi movimentada. Sergio Moro, da Justiça, participou de um painel e teve um discurso afinado com o do presidente. Paulo Guedes, da economia, almoçou com investidores.”

Em sua fala, o presidente Jair Bolsonaro destacou: “o Brasil ainda é uma economia relativamente fechada ao comércio internacional, e abri-la é um compromisso desse governo“.

Ele prometeu aumentar a eficiência do Brasil, reduzir as burocracias e garantiu que a equipe econômica irá tornar o país um dos 50 melhores para se fazer negócios no mundo.

Falou ainda sobre a necessidade de “diminuir a carga tributária, simplificar as normas, facilitando a vida de quem deseja produzir, empreender e criar empregos” e afirmou: “Gozamos de credibilidade para fazer as reformas que precisamos e que o mundo espera de todos nós“, disse o presidente à plateia, composta em boa parte por políticos, empresários e investidores.

Nós pretendemos diminuir o tamanho do Estado, realizar reformas como a de Previdência e tributária. Queremos tirar o peso do Estado de cima de quem produz, de quem empreende. […] Tirarmos o viés ideológico dos nossos negócios. […] Buscar aprofundar cada vez mais a os negócios e aproximação com todos os países do mundo“, completou.

Quando as urnas confirmaram matematicamente a sua vitória, Bolsonaro fez um discurso prometendo essencialmente duas coisas: resolver os problemas econômicos e garantir a liberdade dos brasileiros, em suas múltiplas dimensões. Se ele cumprir as promessas – e essa é outra história, bem mais complicada–, será um excelente presidente.

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Ibovespa bate novamente recorde; dólar e euro são nocauteados

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O Ibovespa, principal indicador das ações mais negociadas na B3, antiga BM&F Bovespa, novamente bateu recorde nesta segunda-feira , 14, atingindo 94.474 pontos, uma elevação de 0,87% em relação ao pregão da sexta-feira, 11. O recorde anterior, de 93.805 pontos, foi registrado na quinta-feira (10).

As ações que mais valorizaram hoje foram as da Viavarejo ON (6,87%), Sabesp ON (5,34%) e Estacio Porton (4,49%). Os papéis que mais perderam valor foram os da Usiminas (-3,05%), Lojas RennerON (-1,82%) e Natura ON (-1,59%).

O dólar comercial fechou o dia cotado a R$ 3,69, com queda de 0,41%. Já o euro encerrou a segunda-feira a R$ 4,24 para venda, em baixa de 0,15%.

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Mandela, Lula e o Nobel da Paz

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Segundo o colunista Carlos Brickman, grupos do PT estão articulando a indicação de Lula ao Prêmio Nobel da Paz.

E o objetivo seria criar um paralelo com Nelson Mandela, que saiu da prisão para dirigir a África do Sul.

E, claro, deixar mal o Governo Bolsonaro, que teria de soltar Lula para receber o prêmio ou mantê-lo preso enquanto o Comitê Nobel tentaria homenageá-lo.

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BB

Cesare Battisti é preso na Bolívia

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O italiano Cesare Battisti foi preso na noite de sábado (12) em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. A prisão foi feita pela polícia boliviana. A informação foi confirmada pela Polícia Federal do Brasil.

O italiano teve a prisão determinada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF) em 13 de dezembro.

Cesare Battisti foi condenado à prisão perpétua em 1993 sob a acusação de ter cometido quatro assassinatos na Itália nos anos 1970.

Entenda o caso

Ele fugiu da Itália, viveu na França e chegou ao Brasil em 2004. Ele foi preso no Rio de Janeiro em março de 2007 e, dois anos depois, o então ministro da Justiça, Tarso Genro, concedeu refúgio.

Em 2007, a Itália pediu a extradição dele e, no fim de 2009, o STF julgou o pedido procedente, mas deixou a palavra final ao presidente da República. Na época, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou a extradição.

No passado, o governo italiano pediu ao presidente Michel Temer que o Brasil revisasse a decisão sobre Battisti, e no mês passado a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo que desse prioridade ao julgamento que poderia resultar na extradição.

Battisti nega envolvimento com os homicídios e se diz vítima de perseguição política.

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Líder da Assembleia desafia Maduro e se diz disposto a assumir Presidência

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CARACAS — A oposição venezuelana se mobilizará no próximo dia 23 de janeiro para pressionar por “um governo de transição” e a convocação de eleições presidenciais. Ao convocar a marcha nesta sexta-feira diante de mil opositores em Caracas, o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, disse que a Constituição o legitima a assumir o poder em uma transição depois que o Legislativo, de maioria opositora desde as eleições de 2015, declarou o presidente Nicolás Maduro um “usurpador”.

Maduro, que foi empossado na quinta-feira para um segundo mandato de seis anos não reconhecido por boa parte dos países latino-americanos, incluindo o Brasil, nem pelos Estados Unidos e pela União Europeia.

Horas depois da fala do deputado, a Assembleia Nacional divulgou uma nota em que afirmava que Guaidó já havia assumido os poderes do Executivo, citando vários artigos constitucionais que legitimariam essa decisão.

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Imprensa internacional repercute posse de Jair Bolsonaro e a maior participação popular na cerimônia

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Veículos de imprensa de vários países repercutiram a posse de Jair Bolsonaro na Presidência da República. A cerimônia em Brasília aconteceu nesta terça-feira (1º). Veja, a seguir, o que sites e jornais do mundo disseram sobre ela.

O número de participantes na Posse do Presidente Jair Bolsonaro foi maior do que o público que acompanhou as posses dos ex-presidentes petistas Lula Dilma Rousseff somados.

A última posse de Dilma contou com 40 mil pessoas. Já em 2003, na primeira posse do ex-presidente Lula, 71 mil pessoas estiveram presentes nos arredores do Palácio do Planalto.

Segundo a estimativa do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), a posse do presidente Jair Bolsonaro atraiu, nesta terça-feira (1º), 250 mil pessoas para a Esplanada dos Ministérios em Brasília.

Os principais veículos de comunicação da imprensa internacional noticiaram o evento. Confira:

A rede CNN definiu Bolsonaro como “Trump dos trópicos”, numa comparação com o presidente americano. Em seu site, o veículo destacou que o governante toma posse em um momento de “mal-estar econômico”, “insegurança crescente” e “um escândalo maciço de corrupção, que abalou instituições políticas e financeiras” do país.

A rede britânica BBC fez um relato do primeiro discurso de Bolsonaro como presidente. No texto, destaca a promessa do governante de buscar unidade para o país.

O jornal inglês chamou a data da posse de “o dia que o Brasil progressista temia”. Ele define o presidente como um “populista de extrema-direita” e ressalta que seu discurso causa temor em setores da esquerda brasileira.

Em uma reportagem do dia anterior à posse, a publicação francesa disse que o governo de Bolsonaro pode ser marcado por disputas ideológicas como a de estatistas contra ultraliberais.

O jornal espanhol mencionou “fortes medidas de segurança” na cerimônia de posse de Bolsonaro. Também disse que o evento atraiu milhares de pessoas em Brasília. A publicação destacou ainda trecho do primeiro discurso do presidente: “Interesses brasileiros estarão em primeiro lugar”.

A publicação Argentina citou a promessa de Bolsonaro de acabar com a “corrupção, criminalidade e submissão ideológica” no país. O veículo também relatou que Bolsonaro afirmou ter escolhido uma equipe técnica e sem tendência política para o governo.

O jornal americano publicou uma análise sobre a escolha de Bolsonaro pelos eleitores brasileiros. No texto, diz que a população “queria mudança” e que o presidente “as entregou mesmo antes da posse”.

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Papa Francisco visita Bento XVI para cumprimentos do Natal

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Vaticano, 24 Dez. 18 / 09:30 am (ACI).- O Papa Francisco visitou o seu antecessor, Papa Bento XVI, por ocasião da celebração do Natal.

Segundo a Sala de Imprensa do Vaticano, o Santo Padre chegou ao Mosteiro “Mater Ecclesiae” às 18h15 (hora local).

Durante a sua visita, Francisco visitou “o Papa Emérito para saudá-lo pelo Natal”.

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