Foi lançado o Calendário de Pagamento dos servidores públicos de Porto do Mangue

Os servidores do município de Porto do Mangue seguem certamente satisfeitos, já que nesta semana foi lançado pela Prefeitura o Calendário de Pagamento dos serviores públicos, válido para efetivos e  comissionados.

A a gestão do Prefeito Sael Melo (PHS) anunciou o calendário de pagamentos para o ano inteiro, demonstrando muita confiança de que, mesmo frente à crise econômica pela qual o Brasil vem passando, será possível se manter em dia o salário do funcionalismo.

Graças a esforços hercúleo, tanto o ex-prefeito (Titico – 2009 à 2016) quanto o atual gestor,  Sael (PHS) tem conseguido manter em dia a folha de pagamento da Prefeitura.

Os pagamentos estando em dia toda a cidade ganha,  o comércio principalmente, já que dinheiro no bolso do cidadão, ele pode pagar a conta e gastar com lazer, serviços e comércio.

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Preço do gás de cozinha cai 5% nas refinarias a partir de sexta-feira

Resultado de imagem para gas de cozinhaO preço do botijão do gás de cozinha (GLP) cairá 5% a partir desta sexta-feira, 19, nas refinarias da Petrobras em todo o país e os reajustes do botijão de até 13 kg passarão a ser trimestrais e não mais mensais. A informação foi divulgada pela estatal.

As revisões feitas pela Petrobras poderão ou não se repetir no preço ao consumidor, uma vez que a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados.

O preço médio de GLP residencial sem tributos comercializado a partir de hoje nas refinarias da Petrobras será equivalente a R$ 23,16 por botijão de 13kg. No entanto, o preço final ao consumidor vai depender de repasses feitos por distribuidoras e revendedores.

Segundo a estatal, a queda no preço é decorrência de uma revisão feita pela companhia em sua política de preços do GLP de uso residencial, comercializado em botijões de até 13 kg, e que “definiu novos critérios para aplicação dos reajustes, além de uma regra de transição para 2018”, que já implicará nesta sexta.

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Porto do Mangue: 1ª parcela do FPM do ano 2018 é zero

Palácio José Nazareno do Nascimento – Prefeitura de Porto do Mangue

O primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), creditado na última quarta-feira, 10, foi zerado para o município de Porto do Mangue. A situação deverá dificultar ainda mais os orçamentos municipal.

A situação preocupa o gestão, que têm recebido cada vez menos recursos do Tesouro Nacional.

A realização de obras e os pagamentos feitos pela Prefeitura deverão ficar ainda mais comprometidos se a situação continuar a repetir.

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Balança comercial brasileira registrou em 2017 o superávit de 67 bilhões de dólares

BRASIL – País exportou 67 bilhões de dólares a mais do que importou no ano passado. Esse é o melhor resultado do comércio exterior dos últimos 29 anos, quando teve início a série histórica.

A balança comercial brasileira registrou em 2017 o superávit de 67 bilhões de dólares, segundo dados divulgados nesta terça-feira (02/01) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Esse foi o melhor resultado desde o início da série histórica, em 1989.

Em 2017, as exportações tiveram uma alta de 18,5% em relação ao ano anterior pela média diária, somando 217,7 bilhões de dólares. Já as importações registraram um aumento de 10,5%, chegando a 150,7 bilhões de dólares.

Em 2016, as exportações tinham caído 3,5% e as importações tinham caído 20%. No ano passado, houve uma diferença brutal, com crescimento das exportações e também das importações. Os economistas leem esses dados como sinal da recuperação da economia brasileira“, disse o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira.

Apesar do aumento, as exportações no ano passado não alcançaram o recorde registrado em 2011, quando as vendas externas totalizaram 256 bilhões de dólares.

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Medida Provisória concede ajuda de R$ 2 bilhões aos municípios

O Palácio do Planalto informou nesta sexta-feira, 29, que o presidente Michel Temer assinou uma medida provisória que libera R$ 2 bilhões da União para municípios que recebem recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e estão com dificuldades financeiras emergenciais.

A verba será transferida aos entes no exercício de 2018 e, segundo a MP, deverá ser aplicada preferencialmente nas áreas de saúde e educação.

A parcela que caberá a cada um dos municípios será calculada e entregue aos entes federativos nas mesmas proporções aplicáveis ao FPM para o ano de 2018, na forma fixada pelo Poder Executivo federal, após a aprovação do crédito orçamentário para essa finalidade”, cita o texto da MP, que ainda será numerada e publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A promessa do repasse desses R$ 2 bilhões às prefeituras foi feita por Temer em novembro, durante reunião no Planalto com prefeitos e ministros, em plena negociação pela retomada da votação da Reforma da Previdência. Antes do encontro, os prefeitos avisaram Temer que poderiam pressionar os deputados a votar a reforma previdenciária em troca do socorro para os municípios.

A publicação da MP com o crédito extra aos municípios deve ocorrer ainda nesta sexta-feira em edição extraordinária do Diário Oficial.

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Revitalização da ‘cajucultura’ de Porto do Mangue, agricultores recebem treinamento.

Em solenidade  realizada no Assentamento Rural Planalto do Mel, o prefeito Sael Melo, o secretário Flávio Felipe (Agricultura), representante do SENAR e agricultores, participaram de curso para a revitalização da cultura do cajú.

Uma das ações já desenvolvidas para potencializar a atividade, a qualificação por meio do Curso de Poda e Enxerto de cajueiros, que tem por objetivo treinar produtores de caju para que renovem seus pomares, o curso tem  duração de 30 horas, entre teoria e prática.

O secretário Flávio ressaltou que: “A qualificação está dentro da nossa estratégia de revitalizar a cajucultura em Porto do Mangue. Vamos entregar a cada aluno 100 mudas para desenvolverem seus conhecimentos na prática”. 

O prefeito Sael Melo disse que a intenção é tornar o setor agrícola forte e competitivo como sempre foi na produção da caju.

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JBS tem lucro de R$ 323 milhões após renegociação de tributos

Imersa numa profunda crise de reputação e com seus principais acionistas presos, a JBS reportou nesta segunda-feira, 13, ao mercado o que afirma ser o melhor resultado de sua história. Nessa conta, considera o lucro líquido recorde de R$ 1,9 bilhão, valor que teria obtido no terceiro trimestre caso não tivesse aderido ao Programa Especial de Regularização Tributária (Pert) – com os gastos do programa, o resultado caiu para R$ 323 milhões.

O desempenho operacional foi decisivo para atenuar o que vinha sendo o principal ponto de preocupação dos investidores ao olhar os números da JBS: o alto endividamento.

A empresa, que em julho precisou renegociar com bancos mais de R$ 20 bilhões em dívidas sob o risco de não conseguir honrar compromissos, anunciou corte de R$ 4,8 bilhões na dívida líquida. Mais da metade veio do dinheiro gerado na própria operação. A venda de ativos, como a operação em países do Mercosul, também ajudou.

Com isso, a JBS conseguiu levar o endividamento para 3,4 vezes sua capacidade de geração de caixa (Ebtida – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização). Não é ainda onde prometeu chegar. A meta é levar para abaixo de 3 vezes o Ebtida. Mas, por ora, a JBS já ostenta patamar de endividamento mais confortável do que os competidores brasileiros e em linha com os rivais estrangeiros, diz a empresa.

“No meio de todo barulho que o grupo passou, tivemos o melhor resultado da história”, afirmou ao Estado o diretor de operações, Gilberto Tomazoni.

A expectativa da empresa é que não seja necessário um novo acordo de reestruturação de sua dívida aos moldes do que foi feito este ano e que a relação com os bancos volte ao normal no primeiro semestre de 2018.

A empresa creditou o resultado ao forte aumento das vendas em mercados desenvolvidos. Isso porque, em países como o Brasil, que responde por 12% do negócio, os números vieram muito abaixo do esperado.

As receitas da operação brasileira de carne murcharam, especialmente diante da queda de vendas para o mercado interno. A principal razão, segundo a companhia, foi a necessidade de redução dos abates em 17% no trimestre.

Sob nova direção. A expectativa é que a JBS consiga manter o nível de geração de caixa nos próximos trimestres e que o resultado anunciado não seja “fora da curva”. “As perspectivas para os próximos meses continuam positivas. Os mercados americano e canadense serão beneficiados pelo aumento de renda e queda do desemprego.

Na Austrália, há perspectivas melhores depois da seca que atingiu o país”, afirmou André Nogueira, presidente da JBS USA. “No Brasil, temos capacidade ociosa e podemos crescer ainda mais”, disse Tomazoni.

O alto escalão da JBS tentou diminuir o impacto da saída de Wesley Batista do comando do negócio. Preso desde o dia 13 de setembro, ele foi substituído pelo pai e fundador da JBS, José Batista Sobrinho, o Zé Mineiro.

“Uma empresa desse tamanho não pode ficar num único nome”, afirmou Nogueira. “Cada camarada que roda uma operação da JBS age como dono daquele pedaço. É esse o motivo de estarmos apresentando, mesmo com a saída do Wesley, um resultado recorde”, disse.

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R$ 35 bi vai ser o que a China vai investir no Brasil, preveem consultores.

Os investimentos chineses no Brasil, de janeiro a outubro deste ano, movimentaram ao menos US$ 10,84 bilhões (R$ 35,3 bilhões. na cotação atual), aponta a consultoria Dealogic. As aquisições feitas por empresas chinesas saltaram de 6, no ano passado, para 17 —e vão crescer ainda mais, estimam analistas que assessoram a entrada das empresas.

A percepção entre eles é que o país viverá uma segunda onda de aportes chineses a partir de 2018, com a chegada de novas companhias de grande porte e uma maior diversificação.

Ao menos dez grandes empresas já estão em estágios avançados para entrar no país, em áreas como energias renováveis, ferrovias, portos, mineração e papel e celulose, segundo Daniel Lau, sócio-diretor da KPMG.

“Muitas empresas começaram a analisar o mercado há cinco anos e foram amadurecendo sua visão. Hoje, as perguntas que nos fazem não são mais  básicas, já conhecem os entraves regulatórios, as diferenças fiscais dos Estados, os atrativos de cada região.”

COMPRAS CHINESAS Maiores aquisições de 2017*No caso de ferrovias e portos, a entrada dessas companhias já deverá ocorrer no primeiro semestre, com a realização de leilões do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) —no caso do Ferrogrão, um consórcio formado por empresas chinesas já teria se organizado.
Operações de menor porte, em setores como saúde, logística, agronegócio e
telecomunicações também vão se acelerar, diz Eduardo Centola, sócio do
banco Modal.

“Essa segunda leva vai se intensificar a partir de 2018. A primeira, que teve muito apoio do governo chinês, mostrou que o mercado brasileiro é seguro e abriu caminho para outras virem.”

A incerteza em torno das eleições de 2018 não afetará o processo, avalia Centola. “Na visão deles, dentro de 20 anos, isso não vai fazer diferença.” O perfil dos investimentos, porém, tem mudado, e os empresários se tornaram mais criteriosos na hora das compras, segundo Lau. “Não há mais tanto interesse por ativos baratos. Nove em cada vez interessados buscam empresas de grande porte com geração de caixa positiva, mesmo que tenham que pagar mais por isso.”

DIVERSIFICAÇÃO

Há uma maior diversificação dos aportes, o que reduziu o tíquete médio das aquisições, já não tão focadas apenas em infraestrutura. Parte das operações, no entanto, não teve o seu valor aberto, o que dificulta a comparação anual.

Aos aportes em aquisições somam-se ainda os investimentos em projetos novos, que têm crescido tanto por parte de companhias entrantes como daquelas já estabelecidas, afirma Centola. É o caso, por exemplo, da China Three Gorges, que após dois anos de compras, se tornou a segunda maior geradora privada de energia do Brasil no ano passado.

“Outras aquisições não são o foco no momento. A prioridade serão novos projetos e a modernização do que já adquirimos”, diz Li Yinsheng, presidente no Brasil do grupo, que planeja investir ao menos R$ 2 bilhões nos próximos dez anos em melhorias de eficiência nas usinas compradas. A empresa também avalia projetos de geração solar, mas os investimentos dependerão de oportunidades, diz.

A BYD, do setor automotivo e de energia renovável, também planeja acelerar seus aportes. Neste ano, foram R$ 250 milhões alocados na expansão de uma fábrica e na construção de outra.

“Em 2018, vamos construir mais uma planta, de baterias para veículos elétricos”, diz o diretor Adalberto Maluf. Em um prazo um pouco maior, devem entrar novos grupos em projetos de usinas solares, eólicas e a biomassa. Até agora, não há expectativa de que participem dos leilões de geração previstos para o início de 2018, diz Lau.

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Natal ganha relevância e chances do HUB

‘Hubs’ mudam o mapa da aviação

Uma tendência iniciada há pouco mais de cinco anos na aviação brasileira vem ganhando escala – a de hubs estratégicos, em que companhias aéreas elegem alguns aeroportos para concentrar operações, voos e conexões. Por isso, embora a Gol lidere atualmente o tráfego doméstico, seguida de Latam, Azul e Avianca, o mapa da aviação ganha contornos diferentes dependendo do aeroporto.

No Galeão, a Gol domina, com 53% da oferta de assentos que decolam desse terminal carioca. Já em Brasília, é a Latam que lidera, com 45% da oferta. Se o retrato for tirado em Guarulhos (SP), novamente, a Latam se destaca, com 41% da oferta. Já em Belo Horizonte, a líder é a Azul, com 55% da capacidade nos voos que partem da cidade.

“A aviação brasileira mudou a malha aérea. [Está] sendo desenhada mais de acordo com o perfil comercial das empresas, de acordo com seu público alvo, buscando vantagens comparativas”, diz o coordenador do Núcleo de Economia do Transporte Aéreo do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (Nectar-ITA), Alessandro Oliveira.

Segundo o professor titular do Programa de Engenharia de Produção da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE-UFRJ), Elton Fernandes, historicamente os maiores hubs brasileiros sempre foram aqueles de grande demanda, em São Paulo e no Rio. Era assim o modelo na época de Varig, Transbrasil e Vasp, nos anos 1970 e 1980, sendo replicado por Gol e TAM desde os anos 1990. Os demais aeroportos de outras cidades apenas reproduziam de forma proporcional esse predomínio.

Esse formato começou a mudar no Brasil com a Azul, que lançou as operações em 2008 em Viracopos (Campinas-SP), terminal que virou alternativa ao aeroporto de Guarulhos, dominado por Gol e Latam. Foi a estratégia usada por David Neeleman, fundador da Azul, para furar o duopólio de então.

Hoje, a Azul detém 95,5% da oferta nos voos que partem de Campinas. “Viracopos ainda é o coração de nossa operação”, diz o diretor de alianças e distribuição da Azul, Marcelo Bento Ribeiro. Decolam diariamente de lá 140 voos da Azul para 54 destinos no país. É o sistema de “hub & spoke”, predominante nos Estados Unidos. Lá, a Delta Air Lines domina o oeste americano a partir de Atlanta; a American Airlines controla o centro do país a partir de Dallas; e a United Airlines é dona do norte tendo Chicago com base.

“O Brasil caminha para um modelo mais parecido com o dos Estados Unidos”, diz o sócio da consultoria Bain & Company, André Castellini, especialista em aviação.

O diretor da Azul disse que embora Viracopos ainda tenha espaço para crescer, a companhia decidiu buscar novos hubs. “O risco de ter apenas um hub é ficar muito exposto aos riscos desse terminal. Isso ficou mais claro na crise econômica, quando cada companhia decidiu defender suas fortalezas”. Belo Horizonte foi a cidade escolhida pela Azul para um segundo hub. De Confins, a Azul faz hoje 46 voos e atende 22 destinos.

O vice-presidente da Avianca Brasil, Tarcísio Gargioni, observa que a aviação sempre se concentrou em São Paulo e Rio de Janeiro, “mas percebemos nos últimos anos o fortalecimento de Brasília, por estar no centro geográfico do país, ser capital administrativa e ter sido um terminal incluído no primeiro pacote de concessões”. Em Brasília, a Avianca faz 31 decolagens diárias para 19 destinos. “O aeroporto de Brasília tem duas pistas que podem operar de forma independente, o que amplia a capacidade operacional”, diz o executivo da Avianca, que também usa Guarulhos, Galeão e Salvador como hubs estratégicos.

Brasília, assim como Guarulhos, Galeão, Belo Horizonte, Viracopos e Salvador têm em comum o fato de serem aeroportos que integram o programa de concessão à iniciativa privada. “O advento das concessões dos aeroportos atraiu investimentos que não existiram antes, garantindo uma infraestrutura que o Brasil não tinha”, diz o vice-presidente de planejamento da Gol, Celso Ferrer.

Desde 2011, a privatização de aeroportos no Brasil gerou investimentos de R$ 10,4 bilhões. Outros R$ 6,8 bilhões foram gastos pela Infraero em outros terminais. Assim, a capacidade dos terminais brasileiros cresceu 63% nos últimos seis anos, para 365,8 milhões de passageiros/ano, e a área de pátios foi ampliada em 43%, para 6,4 milhões de metros quadrados.

Mais R$ 6 bilhões deverão ser aportados pelas concessionárias privadas nos quatro terminais recém privatizados do terceiro ciclo de concessões: Florianópolis, Porto Alegre, Salvador e Fortaleza, onde a Gol terá seu terceiro hub estratégico no país. Além de Fortaleza, a Gol considera Galeão e Guarulhos como hubs estratégicos.

A mesma estratégia tem sido usada pela Latam Brasil, que desde a fusão entre a brasileira TAM com a chilena LAN concentrou as conexões de sua malha no país em Guarulhos e Brasília. A Latam chegou a ter planos de ser a pioneira no Brasil em ter um hub estratégico no Nordeste, quando anunciou, já em abril de 2015, o plano de criar um centro de operações numa capital nordestina. Mas a recessão dos últimos anos levou o grupo a congelar planos e adiar a escolha de um terminal, que seria em Recife, Natal ou Fortaleza. Sobrou apenas uma alternativa para a Latam no Nordeste – o aeroporto de Natal. A Gol já ocupou Fortaleza, a Avianca está ocupando Salvador e a Azul elegeu Recife como hub no Nordeste Brasileiro.

Nesse novo desenho da malha aérea, Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ) seguem como terminais para voos ponto a ponto. Esses aeroportos não têm infraestrutura necessária para comportar maior volume de operações simultâneas. Porto Alegre e Natal, por sua vez, devem ganhar relevância mais adiante, dizem especialistas.

Valor

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Empresários do ramo salineiro teme colapso na indústria, comenta Tasso Rosado

Em entrevista ao jornalista Carlos Skarlack, o industrial Tasso Rosado comenta a crise econômica na que vive uma ameaça real de colapso, o da indústria salineira, principal fator econômico de Mossoró e região na atualidade.

O alerta é feito pelo industrial, Tasso Rosado, que chama a atenção para algumas questões que estão contribuindo para o agravamento da maior crise vivida pelo setor salineira.

– São muitos fatores negativos coincidentes, todos eles de modo geral prejudicando a indústria salineira -, afirma, traçando um minucioso quadro da situação.

Confira a primeira parte da entrevista:

ENTREVISTA I – TASSO ROSADO: Empresário revela dificuldades enfrentadas pela indústria salineira e alerta sobre o risco de colapso do setor. Mais detalhes no www.blogdoskarlack.com

Publicado por Carlos Skarlack em Quarta-feira, 1 de novembro de 2017

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