Nacional

RN não envia representantes para evento em que Moro apresenta propostas contra a corrupção, crime organizado e violência

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Doze governadores de estados brasileiros – e mais secretários e um vice-governador- estão reunidos nesta segunda-feira ,04, em Brasília, no encontro com o ministro da Justiça, Sérgio Moro, para apresentação do pacote de propostas contra a corrupção, crime organizado e combate à violência urbana. O texto será enviado ao Congresso Nacional nos próximos dias. Pela manhã, Moro tomou café com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para debater o assunto. A expectativa é que a reunião, no ministério, dure até meio-dia.

Participam do encontro, os governadores Eduardo Leite (RS), Camilo Santana (CE), João Doria (SP), Helder Barbalho (PA), Ibaneis Rocha (DF), Marcos Rocha (RO), Ratinho Júnior (PR), Renato Casagrande (ES), Ronaldo Caiado (GO), Rui Costa (BA), Antonio Denarium (RO), Mauro Carlessi (TO). Os estados do Acre, Amapá, Pernambuco e Rio de Janeiro estão representados pelos vice-governadores. O Rio Grande do Norte, um dos estados que mais sofrem com a violência e o crime organizado, pasme, não enviou representantes.

Ao chegar ao ministério, o governador do Pará, Helder Barbalho, disse ser importante o empenho do governo federal e de todo o país para resolver os problemas de segurança pública.

“Hoje, a criminalidade, com um perfil vinculado principalmente ao tráfico de drogas, é necessário que o governo federal possa colaborar [no enfrentamento]. Seja com a participação da PF nas investigações, seja no monitoramento de nossas fronteiras”, afirmou, destacando a importância do cumprimento das leis como forma de combater a impunidade.

O pacote de medidas que visam o fortalecimento do combate à corrupção e ao crime organizado e, ainda, aos crimes violentos já integrava a relação das metas que o governo federal considera prioritárias para os 100 primeiros dias de governo.

Além de medidas para aplacar a corrupção e melhorar a segurança pública, o projeto de lei inclui mudanças legais que, segundo o ministério, deverão beneficiar também o ambiente de negócios e, consequentemente, a economia nacional.

Em vídeo divulgado ontem, nas redes sociais, o ministro declarou que o projeto tem como principal intuito melhorar a qualidade de vida dos brasileiros. “O ambiente de negócios é um fator, mas principalmente pensar no cidadão brasileiro”, disse Moro, garantindo tratar-se de “um projeto simples, mas robusto, com medidas bastante objetivas”.

Do blog: Parece que no RN o crime anda bem organizado, assim como a corrupção.

Agência Brasil
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Presidente Jair Bolsonaro segue sem complicações cirúrgicas, diz boletim

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O boletim médico divulgado neste último,3, pelo Hospital Israelita Albert Einstein informa que uma tomografia realizada na tarde, no presidente da República, Jair Bolsonaro, descartou complicações cirúrgicas.

Segundo o documento, o presidente continua apresentando evolução clínica estável, permanece sem dor e sem infecção.

“[O presidente] foi submetido à tomografia de abdome que descartou complicações cirúrgicas. Encontra-se com sonda nasogástrica aberta [para retirada de acúmulo de líquido no estômago], em jejum oral e nutrição parenteral [por
via venosa] exclusiva. Realiza fisioterapia respiratória e motora no quarto e segue com as medidas de prevenção de trombose venosa”.

Segundo a assessoria de comunicação da Presidência, Bolsonaro não está mais apresentando quadro de náusea e vômitos, como ocorreu na tarde de ontem (2). De acordo com os assessores, o resultado do exame de tomograa foi “tranquilizador”.

Por ordem médica, o presidente continua com restrição para receber visitas. O presidente está acompanhado da esposa, Michelle Bolsonaro, e do filho Carlos Bolsonaro.

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Apenas o senador Styvenson decidiu mostrar seu voto, outros dois decepcionaram o povo potiguar

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Senadora Zenaide Maia (PROS) e o senador Jean Paul-Prates, que substituiu Fátima Bezerra (PT) após ela ter sido eleita governadora do Rio Grande do Norte, não quiserem revelar seus votos

Da bancada potiguar no Senado Federal, apenas o senador Styvenson Valentim (que não possuiu partido) decidiu mostrar em que votou para a presidência da Casa.

O parlamentar votou no senador José Reguffe, que também não possui filiação.

A senadora Zenaide Maia (PROS) e o senador Jean Paul-Prates, que substituiu Fátima Bezerra (PT) após ela ter sido eleita governadora do Rio Grande do Norte, não quiserem revelar seus votos.

O posicionamento dos dois senadores decepcionam o povo potiguar. Se o voto não foi revelado, gato no pote teve.

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Bolsonaro decide que todos vão entrar na Previdência, inclusive militares

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O secretário da Previdência, Rogério Marinho, disse na noite desta quarta-feira que, por determinação do presidente Jair Bolsonaro, todos os segmentos da sociedade serão incluídos na reforma previdenciária e que os militares também vão “entrar no processo”.

Segundo Marinho, governadores de pelo menos oito estados já se dirigiram a Brasília para oferecer apoio à reforma e expor a situação fiscal dos seus estados.

Mais cedo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, reunido com um grupo de prefeitos em Brasília, defendeu a inclusão de todas as categorias na reforma, incluindo militares e funcionários públicos estaduais e municipais, segundo relato dos presentes.

O secretário afirmou ainda que o projeto da reforma deverá ser apresentado ao Congresso até o final de fevereiro.

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Dança das cadeiras leva o PSL e PT se tornar as maiores bancadas na Câmara Federal

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O PSL de Jair Bolsonaro e o PT de Lula passam a ser as maopres  bancadas na Câmara dos Deputados a partir da sexta-feira (1º), quando tomam posse parlamentares eleitos da legislatura 2019-2022.

Antagônicos entre si, o governista PSL e o oposicionista PT têm até agora, cada um, 55 das 513 cadeiras. Agora, parlamentares que se elegeram por siglas que não obtiveram um desempenho mínimo nas urnas —a chamada cláusula de barreira— podem mudar de legendas sem risco de perder o mandato por infidelidade.

Com o objetivo de reduzir a grande pulverização partidária, a cláusula exigiu das siglas, nas eleições de outubro, um piso de desempenho (pelo menos 1,5% dos votos válidos nacionais ou a eleição de no mínimo nove deputados federais em pelo menos 9 das 27 unidades da federação).

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