PF pede a prisão de Dilma e Mantega a Fachin. Revisor da Lava Jato no TRF-4 libera para julgamento processo do sítio de Atibaia

PF pede a prisão de Dilma e Mantega a Fachin. Revisor da Lava Jato no TRF-4 libera para julgamento processo do sítio de Atibaia

O desembargador Leandro Paulsen, revisor da Lava Jato no TRF-4, concluiu seu voto no processo que condenou Lula por propina nas reformas do sítio de Atibaia.

O caso agora está liberado para ser pautado antes do recesso judiciário.

Na sessão que será agendada, os desembargadores vão analisar todas as preliminares apresentadas pela defesa do ex-presidente para tentar anular o processo.

Na semana passada, o STJ suspendeu o julgamento que anularia a fase das alegações finais, acatando pedido dos advogados de Lula.

O Antagonista

A Polícia Federal também pediu ao relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, a prisão temporária da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega (PT), dos ex-senadores Eunício Oliveira (MDB-CE) e Valdir Raupp (MDB-RO) e do ministro Vital do Rêgo Filho, do Tribunal de Contas da União (TCU). Os pedidos – negados por Fachin – foram formulados no âmbito de um inquérito que apura a “compra e venda” do apoio político do MDB em benefício do PT nas eleições presidenciais de 2014.

As suspeitas foram levantadas nas delações premiadas do executivo Ricardo Saud, delator do caso J&F, e do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Em sua delação, Saud disse ter havido pagamento da ordem de R$ 46 milhões a senadores do MDB, a pedido do PT. De acordo com o executivo, apesar de diversas doações terem sido oficiais, trata-se de “vantagem indevida”, já que dirigentes do PT estariam comprando o apoio de peemedebistas para as eleições de 2014 para garantir a aliança entre os dois partidos.

Machado, por sua vez, relatou repasses de R$ 40 milhões por parte do grupo J&F a senadores do MDB, a pedido de Mantega (então ministro da Fazenda), como forma de “comprar o apoio político” do MDB. O inquérito foi aberto por Fachin em 14 de maio do ano passado.

Para embasar as investigações, os delatores apresentaram planilhas, recibos de doações oficiais, notas fiscais, contratos simulados, comprovantes de depósitos bancários e recebidos de pagamentos.

Estadão Conteúdo

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